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Informações Gerais

Histórico

Conhecida inicialmente como a Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) surgiu no dia 3 de novembro de 1912. Lançada a pedra fundamental do edifício que a abrigaria, a instituição foi inaugurada em 1º de fevereiro de 1914, na cidade de Olinda, pelo Reverendo Abade do Mosteiro de São Bento, Dom Pedro Roeser. Logo, o curso de Agronomia foi transferido para o Engenho São Bento, uma propriedade da Ordem Beneditina, localizado no Município de São Lourenço da Mata, Pernambuco. O curso de Veterinária permaneceu em Olinda, compondo a Escola Superior de Veterinária São Bento. Em 09 de dezembro de 1936, a Escola Superior de Agricultura São Bento foi desapropriada, passando a denominar-se Escola Superior de Agricultura de Pernambuco (ESAP). Pelo Decreto nº 82, de 12 de março de 1938, a ESAP foi transferida do Engenho São Bento para o Bairro de Dois Irmãos, no Recife, onde permanece.

Na década de 1940, o sucesso das escolas agrícola e veterinária contribuiu para a criação da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), através do Decreto Estadual 1.741, de 24 de julho de 1947, que reunia as Escolas Superiores de Agricultura, Veterinária, escola Agrotécnica de São Lourenço da Mata e pelo Curso de Magistério de Economia Doméstica Rural. No dia 4 de julho de 1955, através da Lei Federal nº. 2.524, a Universidade foi então federalizada, passando a fazer parte do Sistema Federal de Ensino Agrícola Superior. Com a promulgação do Decreto Federal 60.731, de 19 de maio de 1967, a instituição passou a denominar-se oficialmente Universidade Federal Rural de Pernambuco.

A UFRPE tem suas ações estendidas por todo o Estado através das Unidades Acadêmicas de Garanhuns (UAG) e de Serra Talhada (UAST), e dos campi avançados, ou seja, extensões situadas no Litoral, na Zona da Mata, no Agreste e no Sertão de Pernambuco.

A Instituição oferece mais de 44 cursos de graduação, sendo 22 na sede em Dois Irmãos, nove na Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UAST), sete na Unidade Acadêmica de Garanhuns (UAG), quatro de Ensino a distância. Os Programas de Pós-graduação são 22, compreendendo 34 cursos, sendo 13 de Doutorado e 21 Mestrado. Recentemente foi recomendado pela CAPES, em sua 121º reunião do Conselho Técnico Científico (CTC) nas Áreas Ciências Agrárias e Educação, respectivamente, a criação do Curso de Mestrado Acadêmico na UAST em Produção Vegetal e na Sede, Mestrado Profissionalizante em Tecnologia e Gestão em Educação a Distância.

A universidade é composta por quase mil professores, cerca de 900 técnicos e, em média, 12 mil estudantes, e tem desenvolvido suas atividades voltadas para a busca intensa do conhecimento científico nas áreas de Ciências Agrárias, Humanas e Sociais, Biológicas, Exatas e da Terra.

A Unidade Acadêmica de Serra Talhada iniciou suas atividades no segundo semestre de 2006, no Centro de Treinamento e Pesquisa em Pequena Irrigação (CTPPI), Campus avançado da UFRPE, localizado na Fazenda Saco, no Município de Serra Talhada - PE.

Atualmente possui nove cursos de graduação: Agronomia, Bacharelado em Ciências Biológicas, Ciências Econômicas, Engenharia de Pesca, Sistemas de Informação, Licenciatura em Química, Zootecnia, Letras e Administração, sendo os três últimos implantados no ano de 2009 por meio do Plano de Reestruturação Universitária (REUNI).

O Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal, foi criado pela UFRPE, a partir da iniciativa de professores da Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UAST), em janeiro de 2010. Neste mesmo ano, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), na sua 121º reunião do Conselho Técnico Científico (CTC) na Área de Ciências Agrárias aprovou o projeto autorizando o seu funcionamento, a partir de 2011.

Após a criação do Programa em 01/01/2011, com a Homologação do parecer (n°162/2011) favorável da Comissão de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação pelo Ministério da Educação (D.O.U 21/09/2011), a primeira turma foi selecionada para ingressar no semestre 2011.1. Até o momento (2017.1) já foram realizadas 11 seleções e formadas sete (07) turmas de Mestres, entre os anos de 2013 e 2016, com formação total de 59 Mestres até o semestre 2016.2. Desses, vários deles estão cursando Doutorado em diferentes Universidade do Brasil e outros estão alocados em repartições públicas e no mercado de trabalho

Conceito CAPES e Bolsas de Estudo

O Programa foi avaliado no último quadriênio (2013/2016) pela CAPES e obteve conceito 4. Atualmente conta com a concessão de 15 bolsas de estudos da CAPES, em nível de Mestrado, além de mais 10 bolsas em vigência concedidas pela FACEPE. O PGPV conta ainda com uma cota de Bolsa do Programa Nacional de Pós-Doutorado (Modalidade PNPD).

Objetivos do Programa

Geral:

Gerar conhecimento científico e tecnologias (práticas e produtos) voltadas a Produção Vegetal, ambos associados a formação de recursos humanos capacitados nas áreas das ciências agrárias, visando o uso sustentável dos potenciais agrícolas e naturais do semiárido brasileiro.

Específicos:

Desenvolver estudos e a aplicação de técnicas adequadas de coleta, armazenamento e qualidade de sementes, produção de mudas, sistemas de plantio, manejo, colheita e pós-colheita de espécies nativas e exóticas, sejam elas anuais, energéticas, olerícolas, florestais, frutíferas ou forrageiras na região;

Caracterizar os impactos negativos de fatores ambientais típicos do semiárido (seca, salinidade, calor, excesso de luz, disponibilidade de nutrientes, etc) no desenvolvimento e rendimentos de espécies nativas e culturas de importância comercial;

Avaliar os danos causado por fatores bióticos presentes no semiárido (principais pragas, doenças e espécies daninhas) no aproveitamento e rendimentos de espécies e culturas de importância econômica para a região;

Coletar e avaliar bancos de dados meteorológicos de importância agrícola (precipitação, temperaturas, umidade relativa, etc) no semiárido brasileiro associando ao planejamento e exploração racional de espécies nativas e cultivadas da região;

Orientar a exploração racional das espécies nativas da Caatinga, o que pode racionalizar sua utilização pela população do Semiárido e contribuir para sua preservação de forma sustentável.

Reduzir as assimetrias de desenvolvimento sócio cultura no Brasil, pela maior difusão do conhecimento e tecnologias com vistas ao desenvolvimento regional e nacional.

Formar pelo menos 12 Mestres por ano aptos a entrar no mercado de trabalho ou para seguir no Doutorado.